Dois acusados de torturar e matar Jheyderson de Oliveira Xavier, de 24 anos, ativista que atuava em defesa do público LGBTQIA+, durante um ritual de magia macabra em Iguatu,no do centro-sul do Ceará, foram condenados nesta terça-feira (12), a penas que somadas chegam a mais de 30 anos de prisão.
O crime ocorreu em maio de 2018. Conforme a denúncia, Desiree Dantas, universitária e líder da seita extremista, atraiu a vítima para uma suposta festa na casa de Roberto Alves da Silva.
No local, os dois denunciados e um adolescente assassinaram o ativista com um tiro na cabeça e enterraram o corpo em uma cova nas proximidades da residência onde ocorreu a morte.

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