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Operação do MPCE/Gaeco resulta na prisão de agentes de segurança investigados por possível envolvimento em organização criminosa

O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira (29/10) a Operação Dupla Face com o objetivo de desarticular uma organização criminosa supostamente integrada por agentes de segurança. A ação resultou na prisão de três policiais e de um informante no sistema […]

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O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira (29/10) a Operação Dupla Face com o objetivo de desarticular uma organização criminosa supostamente integrada por agentes de segurança. A ação resultou na prisão de três policiais e de um informante no sistema prisional, e contou com o apoio da Coordenadoria de Inteligência (Coin) da Secretaria da Segurança Pública, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) e da Polícia Civil do Ceará, além da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) do Maranhão e do Gaeco do MPMA.

Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em Fortaleza, Maracanaú, Aquiraz e no município de Capinzal do Norte, no Maranhão. A operação apreendeu armamentos, bloqueador de GPS, além de um drone possivelmente utilizado para as ações. O Gaeco do MPCE suspeita que o vínculo funcional dos agentes públicos era empregado na prática de atividades ilícitas, por meio de uma atuação coordenada e de uma estrutura organizada.

De acordo com as investigações, o grupo contava com um integrante de uma organização criminosa para comprar drogas e, em seguida, simulavam uma abordagem em viatura caracterizada. Porém, os agentes não formalizavam as ocorrências nem efetuavam prisões e apreensões. As investigações também identificaram o uso de recursos logísticos e tecnológicos para viabilizar as ações do grupo, como veículos locados, drone e bloqueador de sinal de GPS.

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As investigações prosseguem para elucidar o caso e identificar outros possíveis envolvidos. O caso está em sigilo.

FONTE/CRÉDITOS: Lívia Priscilla

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